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Ahri – League of Legends

Ela é a nossa Musa-Gamer da semana. Confira:

Ahri é um personagem que pertence ao jogo eletrônico League of Legends (mais conhecido pela abreviação LoL). Ahri é conhecida como “a Raposa de Nove Caudas” e ela é de classe Mago, e no título, ela pode se apresentar com outros nomes devido as Skins usadas, assim como, Ahri da Dinastia, Ahri Noturna, Ahri Guardiã Estelar, Ahri Arcana, Raposa Flamejante, Ahri Estrela do Pop, Ahri Desafiante, Ahri Colegial, Ahri Prestígio, Ahri Florescer Espiritual, Ahri Congregação das Bruxas, Ahri Fliperama, Ahri Sabugueiro e Ahri All Out.

Com uma conexão inata com o poder latente de Runeterra, Ahri é uma vastaya capaz de transformar magia em orbes de pura energia. Ela se diverte brincando com suas presas manipulando suas emoções até que possa devorar suas essências vitais. Além de tudo, mesmo com sua natureza predatória, Ahri conserva um senso de empatia ao receber flashes de memória das almas que ela consome.

As suas habilidades consiste em Furto de Essência, após abater 9 tropas ou monstros, Ahri pode se curar. Depois de eliminar um Campeão inimigo, Ahri aumenta a potência ao se curar.

História:

As origens de Ahri são um grande mistério até para si mesma, ela não conhece a história de sua tribo vastaya e nem o lugar que ocupa em meio às outras tribos. O seu conhecimento são as duas gemas que ela usa desde que nasceu. Para ser mais exato, as suas primeiras memórias são enquanto brincava com raposas do ártico pelos ranchos ao norte de Shon-Xan, mesmo que, em saber que não era igual a elas, as raposas a viam como uma espécie de espírito gêmeo e passaram a aceitá-la como parte da matilha.

Naquela existência selvagem e predatória, Ahri se sentia com uma grande conexão com as florestas que a cercavam. Com o passar do tempo, começou entender que tudo era com envolvimento da magia vastaya que pulsava em suas veias e ao reino espiritual que estava além de tudo aquilo. Sem apoio de ningúem para ensiná-la, começou a criar suas próprias formas de invocar esse poder, e costumava usá-lo para melhorar seus reflexos durante a caça. Aos poucos veio a compreender que, quando chegava bem perto de um cervo apavorado, conseguia acalmá-lo de forma a deixá-lo sereno e tranquilo até quando ela e suas companheiras partiam para o ataque.

O mundo dos mortais era tão distante e inquietante para Ahri quanto era para as raposas do ártico, porém, por razões que ela não conseguia explicar, ele a atraía. Na questão sobre os seres humanos, ela os viam como criaturas grosseiras e rudes, e quando avistava caçadores nas proximidades, Ahri apenas assistia o que eles cometiam sem tentar evitá-los, e com isso, ela se dava razão ao pensar sobre como são os seres humanos.

Em um certo dia, quando um deles foi ferido por uma flecha perdida, Ahri sentiu a vida dele se esvaindo e, que logo, ela devorou sua essência deixando apenas seu corpo e absorveu as lembranças dele, do amor que ele tinha perdido em combate, dos filhos que ele tinha deixado para trás quando veio para o norte. Ao saber disso, Ahri transformou os medos dele em tristeza, e logo mais, em alegria, dando o conforto com visões de um campo ensolarado em seu leito de morte. Depois, ela começou a perceber que as palavras humanas passaram a vir com facilidade, como lembranças de um sonho, e então, ela soube que deverá se desfazer da matilha.

Ao se manter à margem da sociedade, a fazia se sentir mais viva do que sentia habitualmente, sua natureza predatória permaneceu viva, mas ela se viu diante de novas experiências, emoções e costumes por toda Ionia. Os mortais também se demonstravam fascinados por ela, que usava isso em benefício próprio, sugando suas essências e os encantando com visões de beleza, alucinações de saudades profundas e, às vezes, sonhos repletos de tristeza.

Das memórias que não eram do seu pertence, ela se sentia embriagada, e ao mesmo tempo, tinha o prazer e orgulho ao retirar suas vidas, mesmo sentindo a angústia e a tristeza que isso causava nas vítimas. Com tudo, ela conheceu o significado da dor e da perda, mas também, da alegria com as memórias perturbadas, e isso, a fazia querer sempre mais. Ao cair em prantos ao ver imagens de invasores bárbaros de uma terra distante de ferro e pedra, tudo era intenso, sempre que tentava se afastar, ela sentia seu próprio poder diminuir, e isso sempre a trazia de volta apesar de toda a dor que aquilo causava.

Por meio de todas essas visões, Ahri começou a entender um pouco melhor os vastayeses e a fazia se sentir acompanhada, mesmo que havia conflitos entre as tribos e os mortais. Com isso, também ganhou o conhecimento de uma rebelião que tinha como objetivo restaurar a glória de seu povo. Talvez esse fosse o elo com um passado que ela não recordava. Com as gemas em mãos, Ahri partiu em busca de outras pessoas como ela. Estava cansada de depender de memórias emprestadas e sonhos desconhecidos. Se ainda houver vestígios de sua tribo em Runeterra, ela vai encontrá-los.

Personalidade:

Ahri é uma amante de natureza, dos seres vivos, tanto que, é possível notar a sua facilidade em se adaptar com os seres, principalmente quando se trata a sua matilha, mas ao contrário, ela não demonstra a sua confiança nos seres humanos. De alguma forma, ela demonstra que as atitudes dos seres humanos são alguma forma irracional, e isso, faz com que ela despreze e procura se distanciar desse tipo de ser vivo.

Por alguns momentos, Ahri tem um jeito calmo e paciente de ser e agir, com a sua matilha, os tratam como parte de sua família, e ao mesmo tempo, com os demais seres existentes, ela mostra preocupação e vontade de querer mudar todo tipo de ato, pois com tudo, Ahri quer oferecer o que de bom a vida e o mundo tem para oferecer, mesmo que as vezes, é preciso dar o contrário do que desejas mesmo oferecer, ou seja, ela pode se demonstrar como tem seu jeito má de ser.

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