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Layla Hassan – Assassin’s Creed

Ela é a nossa Musa-Gamer da semana. Confira:

Layla Hassan é um personagem que pertence ao jogo eletrônico Assassin’s Creed: Valhalla. Assim que os Templários (uma organização militar monástico que se tornou um mítico governo) tentaram ir contra a sua vida, ela foi forçada a deixar Abstergo, e pelo seu líder, William Miles, deu a ela a posição com os “Assassinos”, e sendo assim, se tornando um membro importante da Irmandade. Com o Cajado em mãos, Layla fez contato com a Isu Aletheia e assumiu o título de Herdeira das Memórias.

História:

Natural de Cairo, Egito, Layla Hassan é filha de Ashraf e Zeniab, que logo, a sua família emigraram para os Estados Unidos e se estabelecer em Nova Iorque, quando Layla ainda era uma bebê de colo. Então que Layla se criou com os seus irmãos Rami e Kaden, e do qual, ganhou naturalidade de americana.

Em sua infância, Layla dava trabalhos aos seus pais, querendo ganhar atenção dos mesmos mostrando os seus brinquedos e querendo que eles brincassem com ela. Ao mesmo tempo, ela não gostava dos brinquedos a qual faziam menção a magias. Com o passar dos anos, Layla começou a demonstrar uma propensão à quebra de regras por não gostar da natureza regimentada da educação formal, pelo fato de que, ter passado por experiências desagradáveis, e até punições por seguir as tais regras. Como resultado, levou a sua tendência de ir contra a autoridade. Por um momento, Layla se tornou fã da banda Rha Victoria, onde conheceu os bastidores após uma apresentação de show no Madison Square Garden.

Após passar pela fase de colegial, Layla foi obrigada pelo seu pai para se matricular no ensino médio, mesmo sabendo que os planos dela era parar com os estudos, porém, ela se tornou engenheira, e com isso, o seu pai inscreveu Layla na Universidade da Califórnia em Berkeley, para que ela pudesse seguir a carreira em engenharia eletríca.

Em Abstergo:

Layla permaneceu comprometida com os seus estudos e se imaginou prosperando na atmosfera politizada do campus, a discutir com a administração da escola. Neste momento, ela conheceu Sofia Rikkin, ao que fazia parte de uma delegação da Abstergo em turnê da empresa no campus com o programa de “jovens inovadores”. 

Layla demonstrou interesse em tecnologia, e isso fez com que Sophia notasse o seu interesse, e assim, ofereceu a ela um emprego na Abstergo, atuando no laboratório Animus. Em alguns anos, Layla largou a universidade por ser integrante na Abstergo, trabalhando na divisão de I+D da Abstergo Fitness, e depois na divisão de Pesquisa e Desenvolvimento.  

Com o passar dos anos, a Abstergo usou diversas maneiras de idealizar ajustes no Animus, mesmo que, nunca tenha informada das afiliações templárias da empresa. Mesmo com o seu cargo na Abstergo, Layla queria ganhar uma promoção para trabalhar no Projeto Animus, porém, a oferta foi negada devido a inúmeras transfressões aos protocolos da Abstergo.  

Revolução Egípsia:

Em poucos anos, Layla soube dos protestos contra o presidente Hosni Mubarak e seu regime eclodiram em Cairo e diversas cidades do Egito, com isso, ao sentir necessidade de revolução, pediu licença da Abstergo para poder retornar ao seu país natal. Com tudo, ela marcou presença nas manifestações da Praça Tahir, mesmo que sua influência egípsia era mínima, ela conseguiu se envolver na cultura jovem revolucinária do Egito, e ajudando os seus amigos.

Dois anos se passam, após o Golpe do Estado que instalou como presidente, Abdel Fattah el-Sisi, Layla decidiu voltar para os Estados Unidos de forma voluntária para retornar os seus trabalhos na Abstergo. Logo, em sua sessão de Animus, Layla foi encontrada por William Miles, Mentor dos Assassinos ao saber de sua situação. Ele ofereceu a ela uma posição dentro da Irmandade, do qual, Layla concordou em trabalhar com ele.

Personalidade:

Em sua vida pregressa, Layla foi notada por seus colegas por sua estrita aderência a políticas e protocolos, forçada além dos seus limites, com frequência pedia desculpas, no entanto, a frustração de Layla com a falta de respeito percebida por seus colegas a convenceu a agir fora do protocolo da empresa e tentar “provar a si mesma”, fazendo com que Layla perceba sobre a sua capacidade de assumir a liderança perante qualquer seja a situação, por exemplo, as memórias genéticas de Bayek.

Layla demonstra a sua paixão de trabalhar na Animus, pois percebe que isso lhe dará liberdade, e isso se torna evidente como os demais a vêem. Layla se tornou propensa e demonstra seus momentos de ira, mesmo que, logo ela já ignora sobre tal ocorrido.

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